Anotações das Apresentações por Ludmilla Rangel

junho 17, 2008 at 1:01 pm (Sem Categoria)

Anotações das Apresentações por Ludmilla Rangel

Grupo 1 – Sites de Relacionamento
Os usuários são jovens e isso incentica a publicidade porque o retorno é garantido. O Myspace é um site muito utilizado também por bandas, e está vindo para o Brasil em parceria com o Orkut, que já tem grande abrangência. Os sites de relacionemto envolvem também cliente e empresa, que usam desses recursos para conhecer melhor seus funcionários. O Orkut vêm crescendo a partir do enorme investimento do Google; por isso surgem novidades a cada dia. O Flickr cresceu e tomou conta dos interesses dos norte-americanos, perdendo só para o Ipod. A rede interativa de fotos e vídeos do Myspace é atualizada tão constantemente que traz alguns problemas de navegação. Toda essa novidade é porque os usuários podem definir o layout sua própria página. É possível encontrar todos os tipos de sites de relacionamento; religiosos, para idosos e até o “dog namoro”, em que os proprietários cadastram seus animais de estimação para encontrar um parceiro (a). Os sites com menos usuários possuem mais controle de quem pode participar e isso inibe perfis falsos. Pesquisas mostram que o consumo dos usuários depende do que é anunciado nos sites em que frequentavam e que muitos buscam esses sites para descobrir a respeito de seus ex-namorados, chefes, etc. Hoje existe um site que busca semelhanças no DNA dos usuários para formar casais. Os sites de relacionamento fazem sucesso no Brasil porque há uma grande carência. As redes sociais que se formam refletem o interesse de olhar e ser olhado. Não há ferramentas na net que promovam tantos encontros e reencontros como o Orkut.

Grupo 2 – Weblog
São páginas pessoais que surgiram por causa da popularização da informação. É um fenômeno do séc. XXI com o surgimento das ferramentas de publicaçáo. É uma página na web que pode ser de vários gêneros e permitir ao leitor que deixe sua marca (post). Os blogs surgiram como “diário” (porque aparece a hora e a data dos posts), e hoje empresas de mídia estão tendo de repensar seus modelos de negócio com outras fontes de informação porque descobrui-se a lucratividade desse novo meio. A interatividade disponível nos blogs também vêm através do RSS, que facilita a busca de informações atualizadas sem ter que buscá-las, elas “vêm” até o usuário. Para criar um blog é preciso: cadastrar em um site, definir assunto, atualizar sempre, ter boa gramática e não ter medo de arriscar (o inusitado atrai visitas). Hoje estão popularizados e sua instantaneidade já marcou vários ocorridos inesperados (ex.: atentado de 11 de setembro, Guerra do Iraque – 1ª Guerra “blogueada”). Hoje existem cerca de 70 milhões de blogs e 1200 mil são criados diariamente. Conteúdo racista e preconceito religioso dizem ser proibidos. Muitos blogs começam como hobby e se tornam meios lucrativos (ex.: Noblat). Salam Pax era um iraquiano no Iraque em meio à guerra; ele percebeu que tinha informações que eram censuradas nas mídias tradicionais e montou seu blog, que obviamente, fez muito sucesso. São muitos os blogueiros que receberam notoriedade.

Grupo 3 – Fotolog (Flog)
Materializou-se em 16 de abril de 2005, e hoje já ultrapassou o gigantesco número de 1.212.738 usuários. É uma ramificação dos blog´s, já que é baseado em fotografias inovando a escrita a apresentação. O início foi de fotos oficiais e depois passou a ser espaço de relacionamento. O Brasil é o país que mais utiliza os Flog´s, funciona como vitrine profissional depois do surgimento do Orkut. É a junção da escrita e fotos. Permite espaço para todos os objetivos e talentos – ver e ser visto. Traz o encontro e o convívio para a rede. Individualismo e Narcizosmo são observados na necessidade de se obter cada vez mais comentários, formar uma platéia para aquilo que se quer expor (auto-promoção). Tem facilidade de manutenção, não exigindo grande conhecimento técnico do usuários. É uma ferramenta de marketing para quem não dispõe de recursos financeiros. Pode ser uma forma de publicidade comercial (empresas), profissional (fotógrafos) ou amador (pessoais).

Grupo 4 – Videolog
Surgiu em 2004 no Google, e é uma continuação do Blog e Flog, mas sem relatos diários, já que o conteúdo principal é o vídeo, que devem ter no máximo 10 minutos e baixa resolução. Pode ser pago ou não, mas sempre é preciso fazer cadastro no site. Normalmente são usados por pessoas comuns, mas até empresas de comunicação tem utilizado esse recurso para publicar suas reportagens. Surgiu com o intuito de compartilhar. O Youtube criou o “vídeo viral”, que são divulgados no boca-a-boca e usado como ferramenta de marketing para teste de campanhas.

Grupo 5 – Jornalismo Colaborativo no Brasil
Foi o meu grupo de apresentação.

Grupo 6 – Audiolog e Podcast
É uma variante autônoma dos Blog´s com arquivos de áudio. Audiolog é um conjunto de Podcast, é um ambiente para a publicação de podcasts. Significa transmissão em massa de arquivos de áudio. A pessoa escolhe o que quer ouvir e quando quiser – rádio personalizada. Grandes instituições tem aderido a essa nova opção (site da Câmara – pode-se ouvir as sessões do Plenário), mas o grande “boom” veio no mercado musical. São programações atemporais, em que o internauta pode escutar na hora que quiser. Qualquer pessoa pode criar um Podcast. Embora seja uma nova possibilidade de comunicação, os Blog´s ainda são mais conhecidos, mesmo porque, as ferramentas são fáceis de usar. Funciona com o RSS.

Grupo 7 – Jornalismo Colaborativo no Mundo
É uma idéia de jornalismo na qual o conteúdo (texto, áudio, vídeo e imagem) é produzido por cidadãos sem formação jornalística. Carece de precisão e controle de qualidade do que é plublicado. É diferente de Jornalismo Cívico, em que são defendidos os interesses do cidadão. O “Oh My News”, é um site sul-coreano pioneiro em site de notícias que aborda todos os assuntos. São postadas 500 notícias diariamente. Contribuiu para a eleição do presidente coreano Roh Moo-Hyun em 2002.

Ludmilla Rangel

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::Palavras-Chave::

maio 5, 2008 at 12:00 pm (Sem Categoria)

Palavras-Chave do Livro:

“Cultura em Fluxo- Novas mediações em rede”

 

Texto I

·        No balanço da rede (Leonardo Cunha)

 

Interação – Se antes os meios de comunicação de massa faziam parte de uma dinâmica unidirecional de fluxo de informação (de um para todos), onde havia papéis bem definidos e estabelecidos (emissor / receptor), agora, com a era digital, e a expansão da internet, este fluxo ganha características multidirecionais. Começa a haver um intercâmbio de papéis entre emissores e receptores. Neste contexto, o usuário torna-se também produtor, passando a se “comunicar” com o conteúdo acessado e aumentando seu poder de interação, isto é, sua capacidade participativa.

Reatividade – Dentre os níveis de interatividade citados no texto, existe um denominado como reativo, que caracteriza-se por uma interação, de certa forma, restrita. Para entender este conceito, basta pensar da seguinte forma: acessando determinado link, o usuário tem a possibilidade de navegar por diversos conteúdos, escolhendo o caminho que for de maior interesse, porém, estes caminhos dependem do que estiver disponível. O usuário não possui liberdade, e nem é capacitado para criar seus próprios links de navegação. Isto é, as opções de navegação, apesar de amplas são restritas; deixando ao usuário escolhas limitadas para interagir com o conteúdo.
Concluindo, o usuário só pode reagir a opções já pré-estabelecidas.

Passividade e Ativismo – Antes, o público era passivo aos meios de comunicação, que conseguiam manipular todo o conteúdo jornalístico e, conseqüentemente, a massa. Já o público que utiliza a Internet como meio de informação, passa a questionar e a participar do conteúdo produzido pelos webjornalistas. Assim, passam a ser considerados ativos, reativos.

 

Texto II

·        Jornalismo em ambiente plural? – Notas para discussão da internet enquanto suporte para a prática jornalística (Marcos Palácios)

 

Oferta e demanda – A lógica da oferta e da demanda funciona da seguinte maneira: os meios de comunicação de massa podem ser entendidos como a oferta de informações, pela característica marcante de “despejar conteúdo nos receptores”. Já as novas tecnologias (internet) são a demanda, uma vez que, produz conteúdos específicos para o usuário, que atendem interesses individuais, e não voltados para um segmento de público (como nos meios de comunicação de massa). Quem demanda a oferta é o usuário e não mais o produtor do conteúdo.

Pluralidade – Capacidade que a internet possibilita a coexistência de ambientes informacionais dos mais variados tipos: jornalísticos, educacionais, interativos e comunicacionais, de lazer, culturais, de serviços, comerciais… Essa pluralidade é compreendida quando a internet torna-se um elemento importante para a lógica de funcionamento de outros subsistemas sociais e seus ambientes. A partir da internet são produzidos múltiplos subsistemas sociais com diversificadas demandas, com aplicativos específicos.

Interatividade – É marcada pela multimidialidade (uso de vários dispositivos tecnológicos e mídias diversas), pelo hipertexto, instantaneidade com a qual as informações chegam aos usuários, atualização contínua dos conteúdos, devido à efemeridade do atual contexto social. È também característica da interatividade a memória e a personificação.

Potencialidade – O surgimento da internet não veio como um substituto para os outros meios de comunicação, mas como complemento e potencializador, agregando um conteúdo melhor distribuído e divido de acordo com os interesses do usuário, atendendo às suas diversas necessidades.

Rede Híbrida – Nas redes híbridas coexistem tanto o real como o virtual. Como exemplos, temos os sites das rádios, que além de ouvir músicas, possibilitam fazer diversas coisas. Num mesmo site, existem aberturas para ações sociais que ultrapassam a disponibilização e o acesso à informação. Através dessa complexa rede é possível ter acesso ao mundo físico e o ciberespaço, na qual a internet é elemento de mediação. Portanto as redes híbridas não podem ser compreendidas apenas como suporte ou meio instrumental para efetuar interações entre atores, uma vez que ocorrem outras ações que produzem efeitos além do âmbito comunicacional/informacional. Para Thierry Bardini, a rede híbrida é um “conjunto de associações mais ou menos estáveis entre humanos e não humanos, mas nos quais a “presença” de actores e actantes pode variar num contínuo que vai da presença física e concreta até a existência tão-somente enquanto objeto de discurso”.

 

 

Texto III

·        A semiose da informação webjornalística (Geane Alzamora)

 

Representação da realidade – A informação webjornalística pode ser considerada um relato descritivo, interpretativo e opinativo da realidade, caracterizando-se pela articulação dos recursos da linguagem hipermidiática.
Como toda e qualquer prática jornalística, o webjornalismo também se encarrega de tornar a informação palpável ao “receptor” comum através de sua reconstrução. Esta construção acontece de maneira muito mais complexa no ambiente interativo da internet, se comparada aos meios de comunicação de massa, uma vez que a realidade na rede se refaz a cada nova interferência do usuário.

Fluxo semiótico – Na internet a informação distancia-se da noção de mensagem como produto a ser transmitido para realçar a dimensão de fluxo semiótico (semiótico) heterogêneo, intercambiável e processual. Dessa forma, evidencia-se a relevância da semiose como aspecto modelador da informação webjornalística. Pelo motivo da informação na internet ser de natureza e demanda diferente, é que sua constituição é tão investigada. A informação é alterada a cada instante, através de recursos de linguagem mais aprimorados do meio.

Três fases O conhecimento jornalístico inclui três fases: 1) como achar a informação; 2) como avaliar e analisar a informação; 3) como comunicar a informação. As três fases apóiam-se na tradição jornalística da objetividade.
Para se produzir conteúdo jornalístico de qualidade é necessário que cada uma das fases seja sistematicamente obedecida. Em um primeiro momento, a informação deve ser filtrada de acordo com o interesse do público a que se destinará, para só então haver a construção de um diálogo entre informação e o público alvo.

Credibilidade – É o meio digital que acompanha o movimento natural da evolução tecnológica. É lógico que quanto mais gente tiver acesso à internet, e durante mais tempo, mais veículos tradicionais vão migrar para a web, e outros serão criados, próprios para esse ambiente. É o caso de diversos jornais que atualmente contam com redações separadas, para o meio digital e para o meio impresso.

Informação efêmera e circunstancial –  O caráter efêmero e circunstancial dos recursos que transitam no ciberespaço aponta para a discussão conceitual sobre uma nova categoria de patrimônio, a do patrimônio digital. Esse novo patrimônio é constituído por bens culturais criados somente em ambiente virtual ou por bens duplicados na representação da web e cobre materiais digitais que incluem textos, bases de dados, imagens estáticas e com movimento, áudios, gráficos, software, e páginas web, entre uma ampla e crescente variedade de coleções que representam desde objetos pessoais a acervos tradicionais de instituições de memória.

Movimentos na internet – O movimento de representação (associação), ao contrário do movimento de determinação (transmissão), origina do interpretante rumo ao objeto. Em qualquer meio, a participação ativa do intérprete na semiose jornalística relaciona transmissão (característica da determinação sígnica) e associação (característica da representação sígnica) através da ação mediadora do signo.

 

Texto IV

·        A notícia no webjornalismo: arquitetura e leitura da imagem (João Canavilhas)

 

Arquitetura da Informação – Consiste na estruturação das informações de sistemas computacionais de forma lógica e na criação de soluções quanto à organização visual destas informações. Envolve a organização do fluxo de informação visando torná-la útil e inteligível. Na web, envolve também a estruturação do fluxo de navegação de uma página. Une três campos vitais, a tecnologia, o designe e produção de texto.

Organização da Informação – Desde a sua concepção, a web passou por estágios evolutivos que podem ser classificados em três gerações. A primeira geração, baseada na linguagem HTML, tornou possível a exibição dos documentos independentemente de sua localização física; a segunda geração tornou possível o uso de diferentes formas de apresentação para a mesma estrutura de um documento, com base na linguagem XML; a terceira geração, a da web semântica, consiste em um desafio para quem estuda ou trabalha com a organização da informação.

6 Competências  

1) Competência iconográfica: a simplicidade permite a interpretação do leitor;

2) Competência narrativa: experiências narrativas permite o leitor estabelecer relações entre personagens e da imagem envolvidos no acontecimento retratado;

3) Competência estética: experiências estéticas e simbólicas o leitor distingue as personagens;

4) Competência enciclopédica: o leitor identifica e contextualiza a imagem com base na sua memória social e cultural;

5) Competência lingüístico-comunicativa: o leitor atribui enunciado verbal à imagem verbal observada, baseado em seus conhecimentos lingüísticos;

6) Competência modal: o leitor interpreta a imagem, relacionando imagem, espaço e tempo, baseado em suas competências espaço-temporais.

Imagens em Movimento – As imagens em movimento podem ser divididas em gráficos animados e vídeos. Os gráficos animados podem ser lidos como os mapas e os infográficos. Os gráficos oferecem a possibilidade de interatividade. O leitor interage com a notícia e o webjornalismo se torna proativo, exigindo a participação do usuário. Os vídeos funcionam como um fator legitimador da informação veiculada no texto, não sendo apenas um complemento. Serve para confirma o texto, mas também pode ser lido autonomamente.

Sincrônico e Assincrônico – Quando o recurso utilizado é um vídeo, o processo de leitura é parecido com o da televisão, mas com algumas diferenças importantes. Na TV a imagem pode ser sincrônica ou assíncrona. É sincrônica quando o som corresponde à situação que observamos no bloco de imagem, é o que acontece nos vivos de reportagem. O processo é assíncrono quando o som mais audível é a voz off do jornalista, embora em fundo seja possível ouvir o som ambiente que mantém a semântica da imagem. O mais habitual no webjornalismo é quando os blocos de imagens assumem caráter sincrônico.  

 

 

Texto V

·        Interações híbridas (Beatriz Bretãs)

 

Exemplos (11 de Setembro) – O fatídico 11 de setembro foi um acontecimento que abalou a rotina mundial, colocando milhares de pessoas diante da televisão e dos computadores para compartilhar informações sobre a tragédia. No Brasil, 30,9% de  pessoas entrevistadas pelo Ibope e Survey acompanharam pela internet, o que acarretou em uma transcorrida no ciberespaço. Foram várias acesso à internet que esta ficou mais lenta, mostrando que a demanda de informação foi além da capacidade normal. Os ataques às torres gêmeas bateram recordes de audiência e surpreenderam os administradores dos sites jornalísticos brasileiros, que foram obrigados a reformular suas páginas. No episódio dos ataques às torres, o e-mail demonstrou-se muito forte na disseminação de notícias, através das conhecidas listas de discussão, tornando tal ferramenta um veículo ímpar de comunicação, cuja capacidade de transferência e compartilhamento de dados evidencia sua potência. A partir da interatividade permitida pela web, fóruns e espaços para mensagens de leitores em sites de notícias ficaram repletos

Características da Internet – Dentro da Internet, vários suportes são utilizados pelo usuário. Assim, complementa (potencializa) os outros Meios de Comunicação que utilizam a fala e a escrita, por exemplo. Oferecem ao usuário o que a ele interessar. A interatividade é cada vez mais individualizada da Internet.

    O autor cita Piérre Levy, que aponta um possível desaparecimento do jornalista. Palácios desmitifica isso, defendendo a função do jornalista, que é filtrar e organizar as informações, apesar de não ser mais necessário para a produção e publicação de conteúdo. O jornalista é necessário, pois é o mediador da informação, o formador de opinião e além disso, é cada vez mais útil no que diz respeito ao aumento do número de informações dispostas na Internet.

    Algumas características:

  • Atualização contínua
  • Interação
  • Multimidialidade
  • Hipertextualidade
  • Personalização
  • Memória
  • Instantaneidade

Velocidade A Internet permite que determinadas tarefas possam ser realizadas em um tempo infinitamente menor que na vida real.

Hipertextualidade As navegabilidade pelas/através das páginas da Internet ocorre através dos hiperlinks, que permitem que se possa ir de uma página a outra. Na leitura em livros, por exemplo, também ocorre a hipertextualidade com as citações de outros livros, mas ela é bem mais lenta e complexa, pois é preciso recorrer aos outros livros.

Multimídia ou Hipermídia Por intermédio de uma análise das palavras, multimídia parece ser a interação de duas ou mais mídias (multi) enquanto a hipermídia seria uma única mídia, em versão “super”.

Interatividade A internet possibilita a interatividade em tempo real, as pessoas podem entrar em contato de forma (quase) instantânea.

Interações Híbridas – Quando um grupo de pessoas compartilha problemas, constroem laços afetivos e de solidariedade, assim como no caso do World Trade Center, esse grupo desenvolve relações, definidas como interações híbridas. Essa interação consiste na idéia de interseção entre atos de linguagem no universo presencial e no ciberespaço. A comunidade virtual aflora falas cotidianas num suporte diferente das situações face a face mais voláteis que se pretendeu recortar discursos provenientes das conversas travadas nos processos de sociabilidade. E dessa maneira, tanto as bases territoriais físicas, quanto as virtuais, acabam se entrelaçando.

Atores do Ciberespaço – No ciberespaço é possível destacar a presença de dois tipos de atores, são eles: produtores e leitores de texto. Cabe aos produtores inserir conteúdos, persuadindo, através de estratégias de planejamento, o leitor. No entanto, o constante desenvolvimento deste espaço cibernético vem trazendo consigo a fusão destes dois atores, não havendo mais uma rígida distinção entre ambos. Tanto um quanto o outro são produtores e consumidores (daí o termo: prosumidores) do conteúdo por eles mesmos disponibilizado na rede.

 

 Por Bruna, Carolina e Ludmilla

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Notícias CBN- por Bruna Valle

maio 2, 2008 at 12:48 am (Sem Categoria)

Últimas Noticias: Internacional

Lei contra descriminação genética é aprovada pelos Estados Unidos

 

Foi aprovado pelo Congresso dos Estados Unidos um projeto de lei que proíbe toda e qualquer discriminação baseada em informações genéticas, principalmente por parte de empregadores e companhias de seguros. (Saiba mais…)

 

Últimas Notícias: Brasil

Aumento de 1000% da dengue hemorrágica no RN

 

O estado do Rio Grande do Norte está em estado de alerta máximo na saúde. O número de casos de dengue hemorrágica aumentou 1.000% em relação ao mesmo período ano passado. Já são 453 casos de dengue hemorrágica, com 21 óbitos. (Saiba mais…)

 

Últimas Notícias: Policia

Suposto líder de quadrilha é preso

 

A Polícia Civil de Santa Catarina e Goiás prendeu nesta manhã um dos supostos líderes da quadrilha de hackers que agia no Litoral dos estados. Segundo a polícia, o bando lesava pessoas por meio da Internet em vários locais do País, transformando telefones pré-pagos em pós-pagos. (Saiba mais…)

 

Últimas Notícias: Política

Lula anuncia licitação de trem-bala para outubro

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, em Campinas (SP) que é possível que o governo anuncie em outubro o começo da licitação do trem-bala ligando o Rio de Janeiro a São Paulo. (Saiba mais…)

 

Últimas Notícias: Esporte

Começa o percurso em Seul da Tocha Olímpica

 

A tocha olímpica começou seu percurso pela capital da Coréia do Sul, em meio a fortes medidas de segurança devido a possíveis tentativas de interrupção por manifestantes contrários às violações dos direitos humanos na China. (Saiba mais…)

 

Últimas Notícias: Educação

MEC prevê mudança da língua portuguesa para o ano que vem

Uma comissão do MEC elaborou uma proposta para que a reforma ortográfica da língua portuguesa comece a ser implantada no Brasil a partir do dia 1º de janeiro de 2009. A reforma prevê, entre outros pontos, o fim do trema e de acentos em determinadas palavras da língua. (Saiba mais…)

Últimas Notícias: Ambiente

Avião investiga desmatamento na Amazônia

Um avião espião da Força Aérea Brasileira que capta imagens de alta resolução está sendo usado em uma “perícia” nos 36 municípios responsáveis por 50% da devastação recente na Amazônia. (Saiba mais…)

Bruna Valle

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Formas de interação na Web

abril 28, 2008 at 1:58 pm (Sem Categoria)

Interação Mecânica

Para funcionar independe da participação do usuário.

Ex.: Links de “compartilhe essa matéria”, “avalie esta matéria”, “aumente ou diminua a fonte”, “busca”.

Interação Direta

Para funcionar, depende da participação do usuário.

Ex.:

·         Fórum – Pergunta fechada com resposta aberta. Cada resposta é individual, e elaborada pelo usuário. Foje do ”SIM/NÃO”. Permite a resposta da pergunta ou comentário da resposta anterior.

  • Enquete:      

    Simples – Pergunta fechada e uma resposta fechada, e as opções são simples – SIM, NÃO, TALVEZ ou NÃO SEI. Precisa ter estimativa de resposta. Aparecer a  % dos votos dá credibilidade à enquete.       

    Elaborada – Pergunta fechada e resposta fechada. As opções são mais detalhadas com justificativa. (SIM, por que…)

·         Chat (conversa online) ≠ bate – papo. Tem horário marcado e assunto pré-estabelecido. Segue um padrão para apresentação (tipo lead): “Converse amanhã, dia 19 de abril, às 19 horas, com o médico Dráuzio Varella, que vai falar sobre os sintomas da dengue, como se tratar e prevenir da epidemia”. Essa chamada deve ser atualizada à medida que o dia e horário para o chat se aproximam. Chat show – Acontece normalmente com cantores nos intervalos do show. Ocorre por vídeo.

 

Exercício

Criar um chat, e enquete com temas diferentes.

1.       Enquete simples

Você concorda com a transposição do Rio Amazonas?

Sim (   )

Não (   )

2.       Enquete elaborada

O que você acha do aumento do preço do arroz e como isso vai pesar na renda do brasileiro?

a.       Acho que o aumento não foi tão expressivo e isso não trará grandes conseqüências (   )

b.      Penso que no futuro a população de baixa renda será bastante prejudicada, mas isso não me afeta diretamente (   )

c.       Indiferente, não gosto de arroz. (   )

d.      Vejo esse reajuste como algo injustificado, que acarretará o aumento de outros alimentos em breve também, e isso me preocupa bastante porque os preços aumentam mas os salários não. (   )

 

 

3.       Chat

Não perca a oportunidade de esclarecer suas dúvidas a respeito dos abalos sísmicos ocorridos em São Paulo, dia 30 de abril às 18 horas, com o especialista João da Silva, responsável pelo setor de pesquisas climáticas da USP.

4.       Fórum

O que deve mudar no esquema tático do Galo para reverter o prejuízo no jogo da semana que vem?

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Notícias CBN – Por Ludmilla Rangel

abril 24, 2008 at 10:58 am (Sem Categoria)

Gerais

·         Brasileiro está cada vez menos interessado em política

Causa disso é a corrupção. Os eleitores só decidem em quem votar no dia das eleições. O nível de politização está cada vez mais baixo. O caráter e a competência estão relacionados à confiança. Saiba mais

 

Política

·         Base do governo impede a convocação de Ruosseff

A comissão teve acesso a 900 caixas de documentos sigilosos, e o número de parlamentares para analisar os dados causou discussões. O presidente da comissão disse não ter o poder de limitar quem terá acesso ou não. Saiba mais

 

               Economia

·         Juros 11,75% mais altos em três anos

A inflação subiu e o Banco Central informou que a taxa de juros é igual antibiótico, deve ser usado para não deixar a “doença” piorar. A taxa selic saiu 9,75 para 11,75%. Saiba mais

               Polícia

·         A polícia prendeu uma mulher que recebia pensão de invalidez desde 2004

Os trabalhos de investigação começaram no ano passado. A mulher foi presa em flagrante quando sacava o dinheiro em um caixa eletrônico. Saiba mais

Saúde

·         Focos da dengue na Rua Jacuí

Ouvinte do bairro Ipiranga ligou para a redação e reclamou de um bar na Rua Jacuí que está com focos do mosquito da dengue. O bairro Ipiranga representa 64% de infectados em BH. Já somam 13.100 os casos confirmados em Minas. Saiba mais

 

        Nacional

·         Indenizações de Carajás somam mais de R$ 1 milhão

Sobreviventes de Eldorado de Carajás receberão indenização hoje de R$ 1.200 milhões. Cada pessoa deve receber de R$ 30 a R$ 90 mil reais, por danos morais e materiais. Alguns receberão pensão vitalícia para tratamento de sobreviventes.Saiba mais

        Polícia

·         Manchas de sangue encontradas podem elucidar crime

A polícia acredita as manchas de sangue encontradas em peças de roupa poderão esclarecer o que aconteceu antes de a menina ser jogada do sexto andar. A criança completaria 6 anos amanhã.  Saiba mais

        Ludmilla Rangel

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Blogs e Jornalismo Online – Por Bruna Valle

abril 14, 2008 at 1:54 pm (Sem Categoria)

Ambientes abertos, simples, variados, no qual todas as opiniões são abordadas e discutidas são características básicas do Blog. Hoje em dia, o retorno da comunicação impressa decaiu bastante, sendo que o meio considerado melhor são os sites de relacionamento. Em relação aos meios de comunicação, o Brasil, diferentemente da maioria de países, tem como maior acesso o jornalismo online. Os jornalistas em geral consideram a internet como um grande meio, sendo que existem aproximadamente 20 milhões de “leitores” online.

A internet é considerada a primeira e mais importante evolução. Com o começo de seu fenômeno ocorrem coisas novas, como por exemplo, os usuários passam a se comunicar entre eles. A segunda evolução é o off-set, que teve como grande característica a abertura para jornais alternativos, ou seja jornais que saem do padrão.

O Blog teve como maior função subverter a ordem do jornalismo tradicional, é um fenômeno de comunicação. Tem o poder de utilizar recursos jornalistas, mas não é um meio de comunicação jornalístico.

Bruna Valle

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Blogs e Jornalismo Online – Por Carolina Persichini

abril 14, 2008 at 1:52 pm (Sem Categoria)

 O surgimento da blogosfera foi rápido e avassalador. Um fato ocorrido na Câmara dos deputados confirmou isso no dia da votação de Severino Cavalcanti, Presidente da Câmara, quando muitos jornalistas foram enviados para cobrir o fato e Ricardo Noblat colocou em primeira mão em seu blog, direto da Câmara, com seu laptop.
Apesar da enorme força, de suas técnicas e ferramentas o blog não é considerado um meio jornalístico.
O jornalismo interativo na internet apareceu através dos blogs e subverteu a ordem Emissor-Receptor. Não é mais exclusivo ao jornalista postar informação. Os leitores fornecem materiais, trocam informações, criando assim um território paralelo de comunicação. Os debates e trocas de informação nos blogs são muitas vezes mais produtivos que em outros meios, pois envolve fãs e especialistas sobre determinado assunto. Nos encontros digitais os leitores muitas vezes, sabem mais do entrevistado do que os jornalistas. Nos blogs todas as cartas pertinentes de leitor são publicadas. Os leitores estão se tornando os protagonistas da informação, mas essa tomada de poder não deve ser entendida como uma ameaça e sim como um ganho.
Os suportes informativos da internet não são perfeitos. Os erros nos textos são marcados e os leitores podem intervir. Com a velocidade e facilidade de postagem a filtração fica comprometida. O responsável pelo yahoo diz que não deveríamos ficar tão fascinados pela tecnologia porque nem tudo que está à disposição na internet é bom.
A imprensa tradicional vem sofrendo com o impacto da blogosfera. A internet no Brasil chegou para um público que tradicionalmente não lê. A internet chegou na classe c e d. Existem hoje 800 provedores gratuitos. O tempo que as pessoas gastavam com a televisão está migrando para o tempo de internet. O jornal “El Mondo”, tem mais leitores na sua versão digital do que na sua versão impressa, mostrando que o dinamismo e praticidade estão cada vez mais em alta.

Carolina Persichini

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Blogs e Jornalismo Online – Por Ludmilla Rangel

abril 14, 2008 at 1:44 pm (Sem Categoria)

 

 

Quem busca a notícia no Brasil é a elite. O Leitor de jornal e revista é uma minoria, a internet se tornou um meio mais de relacionamento que de comunicação.

A blogosfera surgiu com toda a velocidade, e em alguns casos, supera os demais veículos. Isso pôde ser comprovado na votação de Severino Cavalcanti, Pres. da Câmara dos Deputados, que atravessou a noite, e muitos jornalistas jovens foram enviados para cobrir. Nenhum dos veículos deu tanto valor ao fato. Somente o jornalista Ricardo Noblat conseguiu atualizar as notícias instantaneamente, no seu blog, direto da Câmara com seu laptop; isso trouxe grande diferença entre o que foi publicado no dia seguinte pelos impressos.

O blog não é um meio jornalístico, apesar de usar algumas das suas técnicas e ferramentas, buscando equilíbrio das opiniões. O modelo dos negócios na internet é uma questão discutível, assim como o futuro do jornalismo tradicional. Não temos no Brasil o que acontece na Europa, com jornais de graça distribuídos nos metrôs. Não é preciso pagar para ter informação. A versão tecnológica do jornalismo faz com que o consumidor a tenha com fácil acesso. Jornais alternativos como o Pasquim vieram a partir do surgimento do off-set e outros assim por diante (a cada descoberta ou invenção).

O jornalismo interativo na internet veio através dos blogs, e surgiu com o que faltava na esfera pública: expressar a voz do povo.

O bloco emissor se deslocou assim como o receptor. As posições estão em constante troca. Não é mais exclusivo ao jornalista postar informação, todos agora podem ser emissores. Aparecem outros meios de emissão “estranhos” ao modo tradicional (google, yahoo…) com páginas simplificadas; as notícias não são somente publicadas, mas comentadas. O público torna-se influente. Há o interesse real em comunicar e participar da mesma. O usuário tem poder na notícia. Os encontros digitais mostram que os leitores , muitas das vezes, sabem, mais do entrevistado do que nós jornalistas. Os debates vêem a salientar e explicitar tal afirmação. O volume da publicação passou de 4 para 20 na internet.

Os leitores também são colocados à prova, publicando artigos – agora são os repórteres na internet. As pessoas querem expressar sentimentos em frases emotivas. Os leitores fazem seus artigos pautando naquilo que lêem. Os veículos têm a preocupação de manter a veracidade e seriedade de tudo o que é feito.  Os meios tradicionais na internet têm muita audiência, mas o uso do público é diferente; ainda há um jornalismo real, reflexivo e analítico, e o público sabe identificá-lo.

A imprensa tradicional atravessa enorme crise pelas coisas que vêem da net e por causa dos gratuitos. A internet no Brasil chegou para um público que tradicionalmente não lê. Ao contrário do que ocorreu no mundo, os meios de comunicação tomaram a dianteira. São 800 provedores de internet gratuita. A internet chegou na classe c e d . Isso talvez consiga se explicar dizendo que grande maioria dos que “navegam” fazem para ter/manter relacionamento, e não pelas notícias. O futuro da internet é dizer que esta continuará multimídia, multifacetada, aprendendo com o rádio e TV, e colocando em prática. 

A internet  oferece uma diversidade de suportes informativos que nem sempre são perfeitos. Os erros vistos nos textos são marcados e os leitores podem intervir. Quem trabalha com multimídia não trabalha só com texto, então é preciso inserir fotos, e o leitor também participa nisso. A internet dá espeço para descobir novos talentos, já que o leitor pode publicar o que quiser.  O meio tradicional tem público poderoso na web. Há espaço para o jornalismo reflexivo analítico e reflexivo nessa luta digital; os meios de comunicação O responsável do yahoo diz q não deveriamos ficar tao fascinados pela tecnologia  poruqe nem tudo é bom.

                A imprensa em geral está em crise principalmente por coisas que vêm da internet e dos gratuitos diários. O próprio jornal “El Mondo” tem mais leitores na sua página na web do que os do seu impresso. Isso mostra que a intenet traz dinamismo e praticidade para o usuário, que pode não só entrar no El Mondo e ler seu conteúdo como em qualquer outro jornal ou blog.  As pessoas estão descobrindo uma nova forma de comunicação, mas não isso significa o fim dos jornalistas, mas o crescimento de uma nova esfera pública também de relacionamento, ao qual o jornalista precisa se adaptar para cada tipo de informação. Com muito mais responsabilidade para o que publica, já que o leitor pode fazer buscas dos que é escrito, até mesmo procurar as fontes citadas.

Ludmilla Rangel

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.::Boas vindas::.

abril 14, 2008 at 1:32 pm (Sem Categoria)

nossa entrada na era da blogosfera começa agora!

Uhuu… Agora ninguém nos segura!

Bem, agora é hora da chamada “baboseira legal”!

Esse blog pertence à Bruna Valle, Carolina Persichini e Ludmilla Rangel. Todas essas pimpolhas são estudantes do 6o Período de JoRnAlIsMo na Universidade Fumec. Fomos carinhosamente entimadas a criar esse blog para a disciplina Jornalismo Digital e confessamos estar amando esse novo momento do jornalismo na web!!!!

Portanto entrem e fiquem à vontade!!!

Garantimos a procedência dos nossos posts! hehe…..

 

BCL

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